Dois aviões da Força Aérea da Rússia aterrissaram no principal aeroporto da Venezuela no último sábado (23) carregando um oficial russo de Defesa e quase 100 soldados de tropas especiais. As informações são da Reuters.
O repórter Javier Mayorca escreveu no Twitter, no sábado, que o primeiro avião levou Vasily Tonkoshkurov, Chefe de gabinete das Forças Terrestres (aquela que colecionou vitórias na Síria), acrescentando que o segundo era um avião de carga carregando 35 toneladas de material, grande parte mísseis.
Informação surge três meses depois dos países realizarem exercícios militares em solo venezuelano, no que o presidente Nicolás Maduro chamou de um sinal de fortalecimento das relações políticas e econômicas entre Venezuela e Rússia.
Na foto abaixo, baterias de mísseis anti-aéreos russos seguem para Caracas.
O poder militar dos russos ficou provado na Síria onde os EUA e seus aliados foram derrotados. E o mais recente míssel intercontinental russo, o Satãn 2, pode transportar ogivas nucleares capazes de destruir todo o Sul do Brasil em poucos minutos.
Os chineses também chegaram a Caracas
Soldados do Exército Popular de Libertação da China chegaram ao Aeroporto Internacional Simon Bolívar, em Caracas. Isto é evidenciado por fotos que apareceram na web.
Como o exército chinês não possui aeronaves de transporte de alcance ultralongo (como a An-124), os militares usaram os serviços da companhia aérea de frete e passageiros Yangtze River Express com sede em Xangai. É relatado que os conselheiros trouxeram algumas cargas de valor não especificado, bem como o pessoal do ELP.
Também na web postou uma foto conjunta dos militares chineses e venezuelanos.
Fonte: IN24
Nota da redação: Congressistas norte-americanos e o chanceler Araujo "pedem" que os russos saiam da Venezuela. Não tem moral para isso, afinal, os russos, chineses e cubanos estão na Venezuela atendendo convite do presidente do país, Nicolás Maduro, enquanto os EUA estão na Síria como invasores, à revelia do governo local que não deseja a presença de militares norte-americanos em seu território, por seu apoio aos terroristas derrotados em solo sírio e iraquiano.



